A textura verde de Jogoya está em mutação. A luz abre-se agora para um novo conceito de pureza: AUM ou Om.
Não de Alfa mas antes de Omega. Do fim quero eu dizer. Embora na verdade seja o início de tudo.
O som da criação do Universo Om.
O som que significa o Principio Divino
Om de Mani de Pademe e de Hum.
O som do infinito e do Absoluto.
O som da pureza que mistura e abre Jogoya.
Agora as folhas de Jogoya são de textura mais suave e cores mais vivas com pequenas gotículas de água que reflectem a luz em arcoiris.
Continua a existir silêncio porque este silêncio é importante.
Aqui as palavras não se dizem, sentem-se.
A vida não existe, flui.
Não se fazem gestos, visualizam-se.
O Om tornou o verde Jogoya mais claro, mais puro. Pensava que a Pureza de Jogoya fosse cristalina mas descobri que não. Desocbri que o estado de pureza é apenas passageiro e que o tempo revela novos cristais, mais cristalinos, mais perfeitos, mais puros que servem para purificar ainda mais.
Sim, agora tembém descobri a água, descobri o ar, descobri a terra, descobri o fogo. Não, o fogo é impuro. descobri o amor e a sua pureza.
Não estava de todo perdido, estava apenas às escuras num lugaro novo do mundo real, sem mpa e sem ideias. Estava apenas com medo e paralizado pelo medo.
A luz e o som vieram ter comigo. Agora é como se estivesse vestindo com as roupas de Jorge. A armadura de Jorge.
Porque agora sou o corpo que não consegues flagelar, sou a alma que não consegues amaldiçoar, sou o espírito que não consegues domar, sou a luz que não consegues apagar, sou o som que não consegues calar.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
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