Se desfez dos adereços e se vestiu de nua
Se banhou em purpurina ainda na concentração
Padecer no anonimato despertou os seus desejos
E lotada de alegria se entregou à multidão
Não sabia o samba enredo, mas sorrir sabia até de cor
Uma flor recém formada, atrevida, linda e sensual
Sob o olhar dos refletores, sempre doce imaginava
Um imenso baile funk só que era carnaval
Quanto mais a morena funkeava
A galera insandecida queria maisA
morena enlouqueceu a bateria
E a cadência foi ficando para trás
Quanto mais a morena funkeava
A galera insandecida queria mais
A morena enlouqueceu a bateria
E a cadência foi ficando para trás
Tamborins em desencontro enquanto o surdo atravessava
Foi-se os pontos da escola no quesito de harmonia
A coisa até o mestre-sala e a comissão de frente
Se renderam aos pobres passos que a morena introduzia
Momentaneamente cega pelos flashs da ilusão
Mais um corpo de passista para a fama debutou
Nem pensou quando falava numa rede de TV
Que foi por causa dela que a escola não ganhou
Quanto mais a morena funkeava
A galera insandecida queria mais, pedia mais
A morena enlouqueceu a bateria
E a cadência foi ficando para trás
Quanto mais a morena funkeava
A galera insandecida queria mais, pedia mais
A morena enlouqueceu a bateria
E a cadência foi ficando para trás
Max de Castro
quinta-feira, 28 de maio de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
quantas vezes? linhas.
tantas assim? não. agora pouca, a partir de agora poucas, espero.
quantas mais? nenhuma. acabou-se.
repetirr? não sei. devemos amar como se nunca tivessemos sofrido por amor...
talvez. quantas vezes? não sei.
quantas mais...?
Deus, adeus.
adeus.
este cheiro faz-me recordar a minha juventude, a minha liberdade, a minha alegria. este cheiro selvagem traz-me força... rita.
quantas mais? nenhuma. acabou-se.
repetirr? não sei. devemos amar como se nunca tivessemos sofrido por amor...
talvez. quantas vezes? não sei.
quantas mais...?
Deus, adeus.
adeus.
este cheiro faz-me recordar a minha juventude, a minha liberdade, a minha alegria. este cheiro selvagem traz-me força... rita.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
sobre o coração...(1)
Duas lágrimas de orvalho
Caíram nas minhas mãos
Quando eu te afaguei o rosto
Pobre de mim, pouco valho
Pra te acudir na desgraça,
Pra te valer no desgosto
Por que choras, não me dizes
Não é presciso dizê-lo
Não dizes, eu advinho
Os amantes infelizes
Deveriam ter coragem
Para mudar de caminho
Por amor damos alma,
Damos corpo, damos tudo
Até cansarmos na jornada
Mas quando a vida se acaba
O que era amor, é saudade
E a vida já não é nada
Se estás a tempo, recua
Amordaça o coração
Mata o passado e sorri
Mas se não estás, continua
Disse isto minha mãe
Ao ver-me chorar por ti
João Linhares Barbosa.
Caíram nas minhas mãos
Quando eu te afaguei o rosto
Pobre de mim, pouco valho
Pra te acudir na desgraça,
Pra te valer no desgosto
Por que choras, não me dizes
Não é presciso dizê-lo
Não dizes, eu advinho
Os amantes infelizes
Deveriam ter coragem
Para mudar de caminho
Por amor damos alma,
Damos corpo, damos tudo
Até cansarmos na jornada
Mas quando a vida se acaba
O que era amor, é saudade
E a vida já não é nada
Se estás a tempo, recua
Amordaça o coração
Mata o passado e sorri
Mas se não estás, continua
Disse isto minha mãe
Ao ver-me chorar por ti
João Linhares Barbosa.
Subscrever:
Mensagens (Atom)