quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Rastaman

Eram dois: o Long Black e o Lil Mulato.
Não percebi bem o que passou mas senti que tinham sido insultados da forma mais cruel e desumana. Que tinham sido despidos na via pública de toda a sua dignidade.
O seu pecado foi, serem diferentes: eram Rastas.
O Long Black era mais radical enquanto que o Lil Mulato era um guerreiro ponderado e justo.
Na guerra pela sobrevivência da diferença e porque os seus agressores agirampuramente por deleite, sem o mínimo de consideração pela dignidade da pessoa humana, LB e LM perderam a vontad de viver.
LB entrou para um carro um carro e teve um filho. Morreu aí.
LM pegou na criança e levantou-a ao Céu gritando. A criança desapareceu. Acho que o nome da criança era Esperança ou Resistência.
LM subiu pela fachada do prédio e parou no meu andar, olhando-me profundamente nos olhos.
NP dizia-me "não olhes para as tranças. Isso ofende-os."
Eu não sabia disso.
NP tinha umas tranças finas e compridas enquanto eu usava um afro.
NP gesticulou para LM com os dedos indicadores num movimento rodopiante, de cima para baixo, enquanto acenava afirmativamente com a cabeça, com quem dizia: Os teus dreadlocks são bonitos.
Eu estava com medo.
LM olhou para mim e eu disse: os meus ainda estão a nascer.
LM beijou-me a cabeça e saltou do oitavo andar, cainda em cima de um carro.
Não morreu, pôs-se de joelhos e desejou a morte. Enfim caiu.
Não morreu. Levantou os braços e voltou a desejar a morte.
LM foi levado pela multidão que levava o carro, tal hienas famintas a arrastarem a sua presa.
Quando ele saltou, ficou por instantes suspeno no ar, à minha frente, olhando para mim de esguelha para confirmar se conseguia ler o que estava tatuado nas costas dele.
Eu li sim mas ainda não encontrei resposta.
Apesar disso sei o que era.
Não percebi bem o que passou mas senti que tinham sido insultados da forma mais cruel e desumana. Que tinham sido despidos na via pública de toda a sua dignidade.
O seu pecado foi, serem diferentes: eram Rastas.
O Long Black era mais radical enquanto que o Lil Mulato era um guerreiro ponderado e justo.
Na guerra pela sobrevivência da diferença e porque os seus agressores agirampuramente por deleite, sem o mínimo de consideração pela dignidade da pessoa humana, LB e LM perderam a vontad de viver.
LB entrou para um carro um carro e teve um filho. Morreu aí.
LM pegou na criança e levantou-a ao Céu gritando. A criança desapareceu. Acho que o nome da criança era Esperança ou Resistência.
LM subiu pela fachada do prédio e parou no meu andar, olhando-me profundamente nos olhos.
NP dizia-me "não olhes para as tranças. Isso ofende-os."
Eu não sabia disso.
NP tinha umas tranças finas e compridas enquanto eu usava um afro.
NP gesticulou para LM com os dedos indicadores num movimento rodopiante, de cima para baixo, enquanto acenava afirmativamente com a cabeça, com quem dizia: Os teus dreadlocks são bonitos.
Eu estava com medo.
LM olhou para mim e eu disse: os meus ainda estão a nascer.
LM beijou-me a cabeça e saltou do oitavo andar, cainda em cima de um carro.
Não morreu, pôs-se de joelhos e desejou a morte. Enfim caiu.
Não morreu. Levantou os braços e voltou a desejar a morte.
LM foi levado pela multidão que levava o carro, tal hienas famintas a arrastarem a sua presa.
Quando ele saltou, ficou por instantes suspeno no ar, à minha frente, olhando para mim de esguelha para confirmar se conseguia ler o que estava tatuado nas costas dele.
Eu li sim mas ainda não encontrei resposta.
Apesar disso sei o que era.
Let us fight the power of opression together and sing sweet songs of glory.
Let us be together as one people and with the blessnig of all mighty Jah unite under His name.
Let us be as one in the long line of freedom fighters and as one defeat Babylon's evil warriors.
One love!
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
o sangue é meu
O meu sangue é da cor do teu,
e tem um cheiro parecido com o do teu.
O meu sangue é da textura do teu,
tem um brilho igual ao do teu.
O meu sangue é igual ao teu,
tem um gosto próximo do teu.
O meu sangue é o meu sangue,
mas uma parte dele é teu.
O meu sangue é como é,
o teu também assim é.
O meu sangue é bom,
mas só porque leva do teu.
O meu sangue é sangue,
o meu sangue és tu.
Sangue meu que te dou,
sangue teu que me dás.
Nosso sangue é um,
nosso sangue é o mesmo.
Gosto do meu sangue,
assim como gosto do teu.
e tem um cheiro parecido com o do teu.
O meu sangue é da textura do teu,
tem um brilho igual ao do teu.
O meu sangue é igual ao teu,
tem um gosto próximo do teu.
O meu sangue é o meu sangue,
mas uma parte dele é teu.
O meu sangue é como é,
o teu também assim é.
O meu sangue é bom,
mas só porque leva do teu.
O meu sangue é sangue,
o meu sangue és tu.
Sangue meu que te dou,
sangue teu que me dás.
Nosso sangue é um,
nosso sangue é o mesmo.
Gosto do meu sangue,
assim como gosto do teu.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Jogoya by night e magia
No início estava inseguro e cheguei mesmo a sentir medo de ser ridicularizado. Ainda era eu ali e não a persona.
Senti que as pessoas julgavam-me e olhavam para mim de uma forma crítica e faziam juízos - acho que ninguem acreditava que fosse verdade.
Ainda no início da sessão senti que me era dada uma particular atenção: minúsculos relâmpagos seguidos cegavam-me, equanto eu ajeitava o sorriso.
A sessão continuou e eu ainda estava indefinido no meio da multidão: ainda era eu.
Bebi socialmente com a comunidade e reconheci pares bem dispostos. Já nos conheciamos na verdade mas foi surpreendente o reencontro.
A vida fluia e a musica soada era para permitir a miscegenação de almas.
O tempo passava e os ritmos misturamvam-se com cores; os odores abraçavam-se em orgias multi-étnicas e as palavras prendiam-se às paixões nactívagas.
A sessão começava a parecer-se com Jogoya by night. digamos mesmo que havia uma certa Jogoydade no ar.
As pessoas vibravam electrizadas pelo som da música e sorriam orgasmos de nostalgia.
A sessão fio mágica mas eu ainda procurava algo ali que a tornasse magicamente fantástica. Eu sabia o que era mas não sabia onde estava.
Finalmente o B. Mor apareceu com a sua magia e eu segui-o pela areia, arrastando os pés e sentindo já a persona aproximar-se.
Não sei com ose chama esta persona, ainda não descobri o seu nome mas sei que ela existe porquer ela esteve comigio naquela noite.
Sentei-me no chão. Sorri e fechei os olhos. Tinha um grande balão onde me enconstei.
B. Mor apresentou-me a magia. A magia negra do êxtase.
Conheci-a e deixei-me absorver por ela, pela sua energia, pela sua pureza, pelo seu simbolismo.
Gozei-a, contemplei-a.
Ainda com os olhos fechados vejo-me no meio de uma cardume vibrante de pessoas, vibrando ao som da sessão.
Descobri ali a persona. Descobri-me ali como persona.
Luzes, cores, reflexos, fumos, barulho, vibes, sorrisos, enfim: estavamos todos numa espécie de transe.
Nada mais ali importava. A sessão tornara-se magicamente fantástica e eu sentia cada segundo em pleno. Eu vivi cada instante ao extremo.
Jogoya by night e Magia.
Senti que as pessoas julgavam-me e olhavam para mim de uma forma crítica e faziam juízos - acho que ninguem acreditava que fosse verdade.
Ainda no início da sessão senti que me era dada uma particular atenção: minúsculos relâmpagos seguidos cegavam-me, equanto eu ajeitava o sorriso.
A sessão continuou e eu ainda estava indefinido no meio da multidão: ainda era eu.
Bebi socialmente com a comunidade e reconheci pares bem dispostos. Já nos conheciamos na verdade mas foi surpreendente o reencontro.
A vida fluia e a musica soada era para permitir a miscegenação de almas.
O tempo passava e os ritmos misturamvam-se com cores; os odores abraçavam-se em orgias multi-étnicas e as palavras prendiam-se às paixões nactívagas.
A sessão começava a parecer-se com Jogoya by night. digamos mesmo que havia uma certa Jogoydade no ar.
As pessoas vibravam electrizadas pelo som da música e sorriam orgasmos de nostalgia.
A sessão fio mágica mas eu ainda procurava algo ali que a tornasse magicamente fantástica. Eu sabia o que era mas não sabia onde estava.
Finalmente o B. Mor apareceu com a sua magia e eu segui-o pela areia, arrastando os pés e sentindo já a persona aproximar-se.
Não sei com ose chama esta persona, ainda não descobri o seu nome mas sei que ela existe porquer ela esteve comigio naquela noite.
Sentei-me no chão. Sorri e fechei os olhos. Tinha um grande balão onde me enconstei.
B. Mor apresentou-me a magia. A magia negra do êxtase.
Conheci-a e deixei-me absorver por ela, pela sua energia, pela sua pureza, pelo seu simbolismo.
Gozei-a, contemplei-a.
Ainda com os olhos fechados vejo-me no meio de uma cardume vibrante de pessoas, vibrando ao som da sessão.
Descobri ali a persona. Descobri-me ali como persona.
Luzes, cores, reflexos, fumos, barulho, vibes, sorrisos, enfim: estavamos todos numa espécie de transe.
Nada mais ali importava. A sessão tornara-se magicamente fantástica e eu sentia cada segundo em pleno. Eu vivi cada instante ao extremo.
Jogoya by night e Magia.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
A casa de Jogoya
Com fundo branco decorado com pequenos e coloridos arranjos florais, espaçados o suficiente para haver liberdade entre eles mas unidos entre eles para que a mesma energia flua sempre por eles.
Com tecidos de algodão sem elásticos cobrindo o corpo, unidos forte e unicamente por um fio de linha verde, ou amarelo, ou púrpura, ou azul claro, ou...
De janelas grandes com finos vidros de cristal, límpidos, amplos: os olhos para a Natureza que for escolhida.
Com o chão descalço e sem cor, sem frio e sem grãos do mais pequeno grão de pó.
Com água fresca, ao natural, sem gelo e com copos simples.
Na sala branca respira-se o impuro fumo alucinogénio; ouvem-se os sons da tranquilidade, da liberdade e da pureza.
Neste momento descobre-se que afinal o tempo pára e vivemos em detalhe o que a vida tem para nos dar de melhor, de mais puro, de mais agradável.
De pés descalços e botões abertos; expressão de liberdade e rebeldia.
Com sono e repouso para dar ao colchão, simples e macio, deitado de qualquer maneira. Dorme-se aqui um bom sono.
Com água a jorrar suavemente por línguas abertas na parede de mosaicos verdes. Sim o banheiro é de Jogoya. Tem cheiros exóticos e mobílias feita por artesãos sábios, puros de coração e dedicados.
Flui o tempo, flui a energia, flui a vida, há harmonia flutuante em tudo.
Sentem-se as vibrações . Parecem fumos coloridos de incensos em balie: não se tocam, não se cruzam, preservam a sua identidade mas dançam todos juntos.
Com tecidos de algodão sem elásticos cobrindo o corpo, unidos forte e unicamente por um fio de linha verde, ou amarelo, ou púrpura, ou azul claro, ou...
De janelas grandes com finos vidros de cristal, límpidos, amplos: os olhos para a Natureza que for escolhida.
Com o chão descalço e sem cor, sem frio e sem grãos do mais pequeno grão de pó.
Com água fresca, ao natural, sem gelo e com copos simples.
Na sala branca respira-se o impuro fumo alucinogénio; ouvem-se os sons da tranquilidade, da liberdade e da pureza.
Neste momento descobre-se que afinal o tempo pára e vivemos em detalhe o que a vida tem para nos dar de melhor, de mais puro, de mais agradável.
De pés descalços e botões abertos; expressão de liberdade e rebeldia.
Com sono e repouso para dar ao colchão, simples e macio, deitado de qualquer maneira. Dorme-se aqui um bom sono.
Com água a jorrar suavemente por línguas abertas na parede de mosaicos verdes. Sim o banheiro é de Jogoya. Tem cheiros exóticos e mobílias feita por artesãos sábios, puros de coração e dedicados.
Flui o tempo, flui a energia, flui a vida, há harmonia flutuante em tudo.
Sentem-se as vibrações . Parecem fumos coloridos de incensos em balie: não se tocam, não se cruzam, preservam a sua identidade mas dançam todos juntos.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Jorge era de Capadócia
A textura verde de Jogoya está em mutação. A luz abre-se agora para um novo conceito de pureza: AUM ou Om.
Não de Alfa mas antes de Omega. Do fim quero eu dizer. Embora na verdade seja o início de tudo.
O som da criação do Universo Om.
O som que significa o Principio Divino
Om de Mani de Pademe e de Hum.
O som do infinito e do Absoluto.
O som da pureza que mistura e abre Jogoya.
Agora as folhas de Jogoya são de textura mais suave e cores mais vivas com pequenas gotículas de água que reflectem a luz em arcoiris.
Continua a existir silêncio porque este silêncio é importante.
Aqui as palavras não se dizem, sentem-se.
A vida não existe, flui.
Não se fazem gestos, visualizam-se.
O Om tornou o verde Jogoya mais claro, mais puro. Pensava que a Pureza de Jogoya fosse cristalina mas descobri que não. Desocbri que o estado de pureza é apenas passageiro e que o tempo revela novos cristais, mais cristalinos, mais perfeitos, mais puros que servem para purificar ainda mais.
Sim, agora tembém descobri a água, descobri o ar, descobri a terra, descobri o fogo. Não, o fogo é impuro. descobri o amor e a sua pureza.
Não estava de todo perdido, estava apenas às escuras num lugaro novo do mundo real, sem mpa e sem ideias. Estava apenas com medo e paralizado pelo medo.
A luz e o som vieram ter comigo. Agora é como se estivesse vestindo com as roupas de Jorge. A armadura de Jorge.
Porque agora sou o corpo que não consegues flagelar, sou a alma que não consegues amaldiçoar, sou o espírito que não consegues domar, sou a luz que não consegues apagar, sou o som que não consegues calar.
Não de Alfa mas antes de Omega. Do fim quero eu dizer. Embora na verdade seja o início de tudo.
O som da criação do Universo Om.
O som que significa o Principio Divino
Om de Mani de Pademe e de Hum.
O som do infinito e do Absoluto.
O som da pureza que mistura e abre Jogoya.
Agora as folhas de Jogoya são de textura mais suave e cores mais vivas com pequenas gotículas de água que reflectem a luz em arcoiris.
Continua a existir silêncio porque este silêncio é importante.
Aqui as palavras não se dizem, sentem-se.
A vida não existe, flui.
Não se fazem gestos, visualizam-se.
O Om tornou o verde Jogoya mais claro, mais puro. Pensava que a Pureza de Jogoya fosse cristalina mas descobri que não. Desocbri que o estado de pureza é apenas passageiro e que o tempo revela novos cristais, mais cristalinos, mais perfeitos, mais puros que servem para purificar ainda mais.
Sim, agora tembém descobri a água, descobri o ar, descobri a terra, descobri o fogo. Não, o fogo é impuro. descobri o amor e a sua pureza.
Não estava de todo perdido, estava apenas às escuras num lugaro novo do mundo real, sem mpa e sem ideias. Estava apenas com medo e paralizado pelo medo.
A luz e o som vieram ter comigo. Agora é como se estivesse vestindo com as roupas de Jorge. A armadura de Jorge.
Porque agora sou o corpo que não consegues flagelar, sou a alma que não consegues amaldiçoar, sou o espírito que não consegues domar, sou a luz que não consegues apagar, sou o som que não consegues calar.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Segunda Edição
Decidi mudar algumas coisas neste meu blog. Decidi, nomeadamente mudar o nome do blog. Porquê? Porque dizem que a única coisa constante na vida é a mudança. Assim, e porque como tudo na vida pode estar sujeito a alterações sem aviso prévio, decidi e está decidido.
Ao longo desta sequencia de curtas metragens que tem sido a vida deste blog, palmilhei alguns caminhos diferentes e abordei questões diferentes. Fiz desabafos, insultei, teci elogios, retratei, enfim... coisas.
Gostei! Tenho a dizer! Gostei da diversidade mas falta-lhe ecletismo.
A primeira coisa que vou mudar, com disse é o nome do blog. Já sei como se vai chamar mas não o digo ainda (fuuu cheira à peixe podre) LOL
Não não é esse o novo nome do blog. Achas? Cheira à peixe podre..!?
Enfim. Este é o fim da segunda edição. Até breve e até mais.
Ao longo desta sequencia de curtas metragens que tem sido a vida deste blog, palmilhei alguns caminhos diferentes e abordei questões diferentes. Fiz desabafos, insultei, teci elogios, retratei, enfim... coisas.
Gostei! Tenho a dizer! Gostei da diversidade mas falta-lhe ecletismo.
A primeira coisa que vou mudar, com disse é o nome do blog. Já sei como se vai chamar mas não o digo ainda (fuuu cheira à peixe podre) LOL
Não não é esse o novo nome do blog. Achas? Cheira à peixe podre..!?
Enfim. Este é o fim da segunda edição. Até breve e até mais.
Vermelho, preto e prata. Luz and night Jogoya
- A tua mãe tem mau hábito!
- Ê!!! Você que nasceu filho tá a falar que a tua mãe tem mau hábito!?
- E então? Nascer filho é quê?
- Você é que tem mau hábito de falar à toa!
...(acho que não batem muito bem)...
Pelo teor pareceim dois irmão, filhos da mesma mãe a falar. Um casal. Com pouca diferença de idade. Ambos trabalhavam na mesma empresa: eram técnicos especializados de higienização de vias rodoviárias. Ambos paridos da mesma sorte, ambos filhos do mesmo destino.
...(eu não bato bem)...
Fiquei a pensar nas coisas que ela disse. Sei que quando conta as fantasias dela, dá contornos de ficção à realidade que ela viveu. -Gostei, pensei eu.
Imaginei inclusivamente o restaurante e as cores: Lisboa, de noite, Ab Lid, vermelho, preto e prata, veludo, piano, murmúrios deleitosos, velas grandes, bom vinho, até 15º pode ser. Toques suaves, gestos harmoniosos, um clima assim: "Jogoya by night". Jogoya tem sempre glamour, ou não seria Jogoya.
Meio chateado ainda. Mas não ofendido. Não vou desistir de estar chateado enquanto não souber à verdade sobre afrodisiacos.
Porque quero perceber porque os tomamos...
- Ê!!! Você que nasceu filho tá a falar que a tua mãe tem mau hábito!?
- E então? Nascer filho é quê?
- Você é que tem mau hábito de falar à toa!
...(acho que não batem muito bem)...
Pelo teor pareceim dois irmão, filhos da mesma mãe a falar. Um casal. Com pouca diferença de idade. Ambos trabalhavam na mesma empresa: eram técnicos especializados de higienização de vias rodoviárias. Ambos paridos da mesma sorte, ambos filhos do mesmo destino.
...(eu não bato bem)...
Fiquei a pensar nas coisas que ela disse. Sei que quando conta as fantasias dela, dá contornos de ficção à realidade que ela viveu. -Gostei, pensei eu.
Imaginei inclusivamente o restaurante e as cores: Lisboa, de noite, Ab Lid, vermelho, preto e prata, veludo, piano, murmúrios deleitosos, velas grandes, bom vinho, até 15º pode ser. Toques suaves, gestos harmoniosos, um clima assim: "Jogoya by night". Jogoya tem sempre glamour, ou não seria Jogoya.
Meio chateado ainda. Mas não ofendido. Não vou desistir de estar chateado enquanto não souber à verdade sobre afrodisiacos.
Porque quero perceber porque os tomamos...
terça-feira, 20 de maio de 2008
para já apenas isto:
PRECISO DE JOGOYA! sinto falta da pureza de jogoya
that green and glassy texture....
that green and glassy texture....
segunda-feira, 19 de maio de 2008
sem regras à vista
estou em silêncio como se pode ver como o saramago não vou respeitar as regras é putamente dificil mas da um gozo decifrar não vou escrever complicado porque estou em silencio cou apenas dizer devagarinho as coisas e tal não percebo o teu gesto apenas porque não te liguei na sexta feira ou quinta mas não pude e estive calado porque o fim de semana foi atarefado e não deu mesmo mais não percebo as tuas ofensas ou tentativas de ofender é preciso muito mais que isso nao te vou dizer oque porque não te quero ofender mas posso dizer te sem ofensa que a tua atitude foi francamente decepcionante never the less amo te no grau que conheces esabes mais outras coisas sobre o amor
terça-feira, 13 de maio de 2008
21 questions
.porquê?...
.que droga usaste?...
.porquê?...
.porque te drogaste?
.porque me usaste?
.mas porque raio fizeste isso?
.e porque te gabas?
.porque o dizes?
.porque o fizeste, porquê?
.a quem mais falaste?
.com que pormenores contaste?
.não achas que é arriscado?
.não achas que foi arriscado?
.continuou semperceber: porque te drogaste?
.que droga usaste?
.será que contas toda a verdade?
.agora quem não percebe sou eu. Podes excplicar?
.porquê?
.que droga usaste?...
.porquê?...
.porque te drogaste?
.porque me usaste?
.mas porque raio fizeste isso?
.e porque te gabas?
.porque o dizes?
.porque o fizeste, porquê?
.a quem mais falaste?
.com que pormenores contaste?
.não achas que é arriscado?
.não achas que foi arriscado?
.continuou semperceber: porque te drogaste?
.que droga usaste?
.será que contas toda a verdade?
.agora quem não percebe sou eu. Podes excplicar?
.porquê?
quinta-feira, 8 de maio de 2008
puta que pariu
apenas consigo respirar sofrergamente e sentir o coração querer daltar-me pela boca dado ao choque daquilo que já sabia. Apenas consigo pensar no que sou e no que me tornei: incapz de lutar contra isto. com medo na verdade. com vergonha. Sim sinto vergonha de ser aquilo em que me tornei. será que me tornei mesmo nisso? Calro que sim e tenho vergonha. Tá aí, admiti.
E agora? o que vou fazer? viver assim? assumir esse compromisso? partir para a solução, ou ficar quieto no meu canto tentando enganar-me que não sei de nada ou que não há de ser nada ou que não tenho moral?
honestamente não sei. sinto me cobarde. sou cobarde. não é dificial na verdade, é apenas falta de coragem. o Medo é falta de coragem? não. medo é apenas ausência de certeza. e é isso que paraliza. Sim eu estou paralizado. preciso de um mlilagre. de algo que me arranque do peito este medo. esta falta de acção. esta incerteza.
puta que pariu!!!!!!!!
E agora? o que é que eu faço se não gosto? Sei que é apneas uma questão de tempo até isto se resolver, até eu resolver isto. e sei também que afinal isto não ficou resolvido porque não consegui ultrapassar esta merda. E porque ha insistência.
Acho que vou dar uma de louco: vou parar o tempo e respirar fundo.
agora? sim agora caralho pq se for mais tarde é pior! antes agora.
Fiha da puta esta merda deixa me revoltado. Puta que pariu!!!!!!!
Logo vejo como faço para parar o tempo. Eu sei da ilicitude mas e aí? só é ilicito porque não há confiança mutua.
...---...
E agora? o que vou fazer? viver assim? assumir esse compromisso? partir para a solução, ou ficar quieto no meu canto tentando enganar-me que não sei de nada ou que não há de ser nada ou que não tenho moral?
honestamente não sei. sinto me cobarde. sou cobarde. não é dificial na verdade, é apenas falta de coragem. o Medo é falta de coragem? não. medo é apenas ausência de certeza. e é isso que paraliza. Sim eu estou paralizado. preciso de um mlilagre. de algo que me arranque do peito este medo. esta falta de acção. esta incerteza.
puta que pariu!!!!!!!!
E agora? o que é que eu faço se não gosto? Sei que é apneas uma questão de tempo até isto se resolver, até eu resolver isto. e sei também que afinal isto não ficou resolvido porque não consegui ultrapassar esta merda. E porque ha insistência.
Acho que vou dar uma de louco: vou parar o tempo e respirar fundo.
agora? sim agora caralho pq se for mais tarde é pior! antes agora.
Fiha da puta esta merda deixa me revoltado. Puta que pariu!!!!!!!
Logo vejo como faço para parar o tempo. Eu sei da ilicitude mas e aí? só é ilicito porque não há confiança mutua.
...---...
segunda-feira, 5 de maio de 2008
B, de Boiadeiros
Estive em Boiadeiros e vi formas no ar. Pessoas feitas de fumo que andavam nuas e desapareciam de repente. Houve que tivesse visto grelhas. Ha outras coisa que agora já não me lembro bem o que eram mas eram imaginárias. ehehehheh senti as pulgas picarem-me os pes. Será?
Olhavamos para a fogeuria em silêncio. Tavamos a ver televisão. O K fazia zapping.... Cada um via o que queria. Acho que esse deve ser o tal conceito de televisão interactiva.
E a larica? E o estalo?
Não me lembrei do Cazuza mas pensei em sete desejos femininos: tinham a ver com sexo! Verbalizei e confirmei com choque que o que as mulheres querem em primeiro lugar é sexo! Puta traição!!!!
Estava violento. Por dentro dei com um machado na cabeça de um gajo. Estava meio paranoico e estava vigilante. Atento ao machado...
É foda! Percebo agora porque pessoas matam friamente. Foi preciso estar em Boiadeiros para perceber isso. Descobri tambem que não sou de morrer mas sim de matar. Acho que já sabia que não era de morrer. Acho que não sabia que era assim tanto de matar.
A violência passou e dei carga. ehhehehe REBENTA!!!!!! CADUUUUMMM!!!!
Foi até de manha: risos hitéricos e sem motivo. Tudo era para rir. So ri depois de dizer bem alto: PUTA QUE PARIU SEU FILHO DA PUTA!!!!!!
Demos carga até o K morrer. ehheheh O K morreu!
E depois cantamos e continuamos a rir de boca seca e bocados de massa azeda que saltavam do prato. ehhehehe Comemos massa azeda: era os Lobos!
Antes disso tudo tinhamos ido ao mato apanhar lenha para a fogueira. Será possível? 7 pessoas num carro, a andar pelo mato às 7 da noite. Perdidos por duas vezes, caidos em 2 buracos até que fomos dar a uma ravina (na qual quase caiamos) e a um beco sem saida. Puta que pariu!!!!
Paramos o carro no meio do mato. Desligamos as luzes e o carro. Abrimos os vidros e ficamos em silêncio. Os gafanhotos e outros bichos entravam para dentro do carro. A unica coisa que se ouvia é o estalar das nossas mão nas pernas. Ali ficamos assim.... parados, perdidos no meio do mato.
Ninguem sentiu medo porque olhavamos todos para as estrelas. Puta do céu estava limpo lá a caminho de Boiadeiros.
Olhavamos para a fogeuria em silêncio. Tavamos a ver televisão. O K fazia zapping.... Cada um via o que queria. Acho que esse deve ser o tal conceito de televisão interactiva.
E a larica? E o estalo?
Não me lembrei do Cazuza mas pensei em sete desejos femininos: tinham a ver com sexo! Verbalizei e confirmei com choque que o que as mulheres querem em primeiro lugar é sexo! Puta traição!!!!
Estava violento. Por dentro dei com um machado na cabeça de um gajo. Estava meio paranoico e estava vigilante. Atento ao machado...
É foda! Percebo agora porque pessoas matam friamente. Foi preciso estar em Boiadeiros para perceber isso. Descobri tambem que não sou de morrer mas sim de matar. Acho que já sabia que não era de morrer. Acho que não sabia que era assim tanto de matar.
A violência passou e dei carga. ehhehehe REBENTA!!!!!! CADUUUUMMM!!!!
Foi até de manha: risos hitéricos e sem motivo. Tudo era para rir. So ri depois de dizer bem alto: PUTA QUE PARIU SEU FILHO DA PUTA!!!!!!
Demos carga até o K morrer. ehheheh O K morreu!
E depois cantamos e continuamos a rir de boca seca e bocados de massa azeda que saltavam do prato. ehhehehe Comemos massa azeda: era os Lobos!
Antes disso tudo tinhamos ido ao mato apanhar lenha para a fogueira. Será possível? 7 pessoas num carro, a andar pelo mato às 7 da noite. Perdidos por duas vezes, caidos em 2 buracos até que fomos dar a uma ravina (na qual quase caiamos) e a um beco sem saida. Puta que pariu!!!!
Paramos o carro no meio do mato. Desligamos as luzes e o carro. Abrimos os vidros e ficamos em silêncio. Os gafanhotos e outros bichos entravam para dentro do carro. A unica coisa que se ouvia é o estalar das nossas mão nas pernas. Ali ficamos assim.... parados, perdidos no meio do mato.
Ninguem sentiu medo porque olhavamos todos para as estrelas. Puta do céu estava limpo lá a caminho de Boiadeiros.
7 mujeres
7 desejos. Todos de tesão:
7 minites. Adoro sexo oral. Se fosse mulher gostaria que me fizessem minetes à toda a hora.
7 línguas. porque adoro sentir o toque na língua contra a minha pele.
7 orgasmos. Gostaria de experimentar orgasmos multipos. (se fossem de 7 era de morrer)
7 homens. Aos meus pés, mas homens com H
7 vidas. Vividas plenas e ricas.
7 vezes, possuida com a força e violência da tesão.
7 amores, vezes 70. Todos livres e arrebatadores.
7 minites. Adoro sexo oral. Se fosse mulher gostaria que me fizessem minetes à toda a hora.
7 línguas. porque adoro sentir o toque na língua contra a minha pele.
7 orgasmos. Gostaria de experimentar orgasmos multipos. (se fossem de 7 era de morrer)
7 homens. Aos meus pés, mas homens com H
7 vidas. Vividas plenas e ricas.
7 vezes, possuida com a força e violência da tesão.
7 amores, vezes 70. Todos livres e arrebatadores.
7
O que diz este número sobre as pessoas? Porquê o número 7?
Numerologia
Número 7 - Aparentemente fria e calculista a pessoa de personalidade 7 é na verdade super exigente com ela mesma e com o próximo. Procura sempre executar suas tarefas de forma impecável. Geralmente solitária, ela se isola e precisa de muito tempo para realmente se entregar a qualquer tipo de relacionamento pois prefere este isolamento.
Positivo:Espiritualidade, Introspecção, Profundidade, Perfeccionismo, Controle da Mente
Negativo: Solidão, Pobreza, Exigência excessiva, Auto-Crítica, Reclusão.
Simbologia do 7
O número da vida: a união d ternário (espírito) c/ o quaternário (matéria).Os 7 ciclos da terra (4 ciclos lunares com duração de 7 dias).A origem do calendário atual.A renovação celular do corpo humano (7 em 7 anos).Os 7 orifícios do rosto humano.A plenitude, a ordem perfeita.A medida reguladora da coesão universal: 7 planetas, 7 divindades, 7 metais, 7 notas musicais, 7 cores, 7 dias da semana, 7 chakras, 7 pecados capitais e 7 virtudes que lhe são contrapostas.A lei da evolução.O 7 é o símbolo da totalidade perfeita, do anúncio de uma mudança.Para além disso, é uma porta aberta do conhecido para o desconhecido: um ciclo encerrou-se, como será o seguinte?Sobre o 7, de acordo com relatos antigos, Hipócrates terá dito:“O número 7, pelas suas virtudes escondidas, mantém no ser todas as coisas; dá vida e movimento; influencia seres terrenos e até os conjuntos celestes”.7 é um número com uma simbologia bíblica muito forte, figurando 77 vezes no Antigo testamento, em momentos diversos: o candelabro tem 7 braços; os 7 céus;Salomão construiu o templo em 7 anos; Após a tomada de Jericó, 7 sacerdotes com 7 trompetas deveriam, no 7º dia, dar 7 vezes a volta à cidade; Eliseu espirra 7 vezes e a criança ressuscitou; um doente mergulha 7 vezes no Jordão e sai curado; o justo cai 7 vezes e levantou-se perdoado; José sonha com a profecia das 7 vacas gordas e as 7 vacas magras e 7 anos de fartura e 7 anos de miséria se seguiram; 7 animais puros de cada espécie seriam salvos no dilúvio.Jesus usou a expressão ‘70 x 7’ para significar ‘sempre’.No Irão, no momento do parto, coloca-se sobre uma toalha uma lâmpada acesa com 7 espécies de frutos e 7 espécies de grãos aromáticos. A criança recebe geralmente o seu nome ao 7.º dia."
em: http://teresalamasserra.blogspot.com/2007/01/simbologia-do-7.html
Numerologia
Número 7 - Aparentemente fria e calculista a pessoa de personalidade 7 é na verdade super exigente com ela mesma e com o próximo. Procura sempre executar suas tarefas de forma impecável. Geralmente solitária, ela se isola e precisa de muito tempo para realmente se entregar a qualquer tipo de relacionamento pois prefere este isolamento.
Positivo:Espiritualidade, Introspecção, Profundidade, Perfeccionismo, Controle da Mente
Negativo: Solidão, Pobreza, Exigência excessiva, Auto-Crítica, Reclusão.
Simbologia do 7
O número da vida: a união d ternário (espírito) c/ o quaternário (matéria).Os 7 ciclos da terra (4 ciclos lunares com duração de 7 dias).A origem do calendário atual.A renovação celular do corpo humano (7 em 7 anos).Os 7 orifícios do rosto humano.A plenitude, a ordem perfeita.A medida reguladora da coesão universal: 7 planetas, 7 divindades, 7 metais, 7 notas musicais, 7 cores, 7 dias da semana, 7 chakras, 7 pecados capitais e 7 virtudes que lhe são contrapostas.A lei da evolução.O 7 é o símbolo da totalidade perfeita, do anúncio de uma mudança.Para além disso, é uma porta aberta do conhecido para o desconhecido: um ciclo encerrou-se, como será o seguinte?Sobre o 7, de acordo com relatos antigos, Hipócrates terá dito:“O número 7, pelas suas virtudes escondidas, mantém no ser todas as coisas; dá vida e movimento; influencia seres terrenos e até os conjuntos celestes”.7 é um número com uma simbologia bíblica muito forte, figurando 77 vezes no Antigo testamento, em momentos diversos: o candelabro tem 7 braços; os 7 céus;Salomão construiu o templo em 7 anos; Após a tomada de Jericó, 7 sacerdotes com 7 trompetas deveriam, no 7º dia, dar 7 vezes a volta à cidade; Eliseu espirra 7 vezes e a criança ressuscitou; um doente mergulha 7 vezes no Jordão e sai curado; o justo cai 7 vezes e levantou-se perdoado; José sonha com a profecia das 7 vacas gordas e as 7 vacas magras e 7 anos de fartura e 7 anos de miséria se seguiram; 7 animais puros de cada espécie seriam salvos no dilúvio.Jesus usou a expressão ‘70 x 7’ para significar ‘sempre’.No Irão, no momento do parto, coloca-se sobre uma toalha uma lâmpada acesa com 7 espécies de frutos e 7 espécies de grãos aromáticos. A criança recebe geralmente o seu nome ao 7.º dia."
em: http://teresalamasserra.blogspot.com/2007/01/simbologia-do-7.html
quarta-feira, 30 de abril de 2008
resposta das palavras....
...bonitas, sinceras, profundas, duras palavras... para quê ser um ser e não ser, se um ser não deixar ser aquilo que deveria deixar de ser? Aqui estou, para te dizer k as coisas não são como pensas, para te dizer k embora haja ligação, nem tudo o que escrevo destina-se a ti... escrevo muito para ti... mas o "aquilo" ... n foi.:D tu és daquelas coisas muito muito especiais, final feliz?, sim! why not? if u want it, cum n' get it, your happy end. Não deixes de escrever... se uma vez deixaste por razoes desconhecidas, desta vez... apenas não deixes de escrever. uma vez k penso que fui eu que te inspirei. Não quero que essa ''common thing'' deixe de existir entre nós. acho que não fui clara no ''caminho a seguir" mas agora estou a ser bastante bright. Txi lovo assim assim, mana Sara do lado di ca, Sara mana do lado di lá (escrevi isso, n entndeste... era p te dizer k te amo eu no meu lado, e tu no teu) Amo-te assim como somos, no grau em que nascemos...
Sara mana, Mana Sara. O cheiro dos deuses egípcios do amor; a canlea, a maça, o vinho a imagem , a fotografia, a cor, o sabor, os morangos. Muitas cores, cor de laranja horizontal com pinturas de ar. A cama que faz fofoca e o guarda sempre à espreita. Havia também o tardar do tempo e lembrei-me: o que faz o tempo perdurar? Sabes?
Não sei mas acho que os sonhos vivem de memórias e esperança. As memórias vivem de factos e a esperança vive de sonhos. Este grau tem uma história bonita. Eu gosto.
Não preciso fazer sentido porque tu o fazes por mim, o sentido das coisas vividas.
Agora vou escrever.
Sara mana, Mana Sara. O cheiro dos deuses egípcios do amor; a canlea, a maça, o vinho a imagem , a fotografia, a cor, o sabor, os morangos. Muitas cores, cor de laranja horizontal com pinturas de ar. A cama que faz fofoca e o guarda sempre à espreita. Havia também o tardar do tempo e lembrei-me: o que faz o tempo perdurar? Sabes?
Não sei mas acho que os sonhos vivem de memórias e esperança. As memórias vivem de factos e a esperança vive de sonhos. Este grau tem uma história bonita. Eu gosto.
Não preciso fazer sentido porque tu o fazes por mim, o sentido das coisas vividas.
Agora vou escrever.
segunda-feira, 28 de abril de 2008
aqui estou....
...para te dizer que não deve ser assim como dizes.
...para te dizer que não deves mais sentir o que dizes.
...para te dizer que não pode ser triste como dizes.
...para te dizer que acho que foi bom como te disse.
...para te dizer para largares esse sorrow de que falas.
...para te dizer que melhor que o presente foi o passado.
...para te dizer que te deves esquecer de tudo como te digo.
...para te dizer que não deves sofrer como sofres.
...para te dizer para seguires com a tua vida como eu sigo a minha.
...para te dizer o que precisas de ouvir.
...para ouvir o que precisas de dizer.
...para te explicar as coisas da vida e como ela é.
...para te dizer que nos jogos perigosos que jogamos acabaram.
...para te pedir para não resistires ao fim.
...para te dizer: aproveita as boas memórias porque o tempo não pára.
...para te dizer não dispares o teu canhão contra o sol. É inútil e frustrante.
...para te dizer: Cazuza seu filho da puta, olha à merda que fizeste!
...para te dizer : no woman, no cry
...para te dizer que o caminho dos sonhos é o caminho da arte.
...para te dizer que quero ter um boa recordação do fim.
...para te dizer que não quero que chegue o fim do mundo antes do tempo.
...para te dizer todas estas coisas que deves ouvir.
...para te dizer todas estas coisas que deves escutra.
...para te dizer todas estas coisas que deves sentir.
...para te dizer todas estas coisas que deve saber.
Para te dizer todas estas coisas e muito mais...
...aqui estou!
...para te dizer que não deves mais sentir o que dizes.
...para te dizer que não pode ser triste como dizes.
...para te dizer que acho que foi bom como te disse.
...para te dizer para largares esse sorrow de que falas.
...para te dizer que melhor que o presente foi o passado.
...para te dizer que te deves esquecer de tudo como te digo.
...para te dizer que não deves sofrer como sofres.
...para te dizer para seguires com a tua vida como eu sigo a minha.
...para te dizer o que precisas de ouvir.
...para ouvir o que precisas de dizer.
...para te explicar as coisas da vida e como ela é.
...para te dizer que nos jogos perigosos que jogamos acabaram.
...para te pedir para não resistires ao fim.
...para te dizer: aproveita as boas memórias porque o tempo não pára.
...para te dizer não dispares o teu canhão contra o sol. É inútil e frustrante.
...para te dizer: Cazuza seu filho da puta, olha à merda que fizeste!
...para te dizer : no woman, no cry
...para te dizer que o caminho dos sonhos é o caminho da arte.
...para te dizer que quero ter um boa recordação do fim.
...para te dizer que não quero que chegue o fim do mundo antes do tempo.
...para te dizer todas estas coisas que deves ouvir.
...para te dizer todas estas coisas que deves escutra.
...para te dizer todas estas coisas que deves sentir.
...para te dizer todas estas coisas que deve saber.
Para te dizer todas estas coisas e muito mais...
...aqui estou!
quinta-feira, 24 de abril de 2008
advice...
"o mais importante não é a dor e a saudade do passado mas sim a alegria e oportunidade da experiência" - by me
Here is a little song I wrote
You might want to sing it note for note
Don't worry be happy
In every life we have some trouble
When you worry you make it double
Don't worry, be happy......
Ain't got no place to lay your head
Somebody came and took your bed
Don't worry, be happy
The land lord say your rent is late
He may have to litigate
Don't worry, be happy
Look at me I am happy
Don't worry, be happy
Here I give you my phone number
When you worry call me
I make you happy
Don't worry, be happy
Ain't got no cash, ain't got no style
Ain't got no girl to make you smile
But don't worry be happy
Cause when you worry
Your face will frown
And that will bring everybody down
So don't worry, be happy (now).....
There is this little song I wrote
I hope you learn it note for note
Like good little children
Don't worry, be happy
Listen to what I say
In your life expect some trouble
But when you worry
You make it double
Don't worry, be happy......
Don't worry don't do it, be happy
Put a smile on your face
Don't bring everybody down like this
Don't worry, it will soon past
Whatever it is
Don't worry, be happy
Here is a little song I wrote
You might want to sing it note for note
Don't worry be happy
In every life we have some trouble
When you worry you make it double
Don't worry, be happy......
Ain't got no place to lay your head
Somebody came and took your bed
Don't worry, be happy
The land lord say your rent is late
He may have to litigate
Don't worry, be happy
Look at me I am happy
Don't worry, be happy
Here I give you my phone number
When you worry call me
I make you happy
Don't worry, be happy
Ain't got no cash, ain't got no style
Ain't got no girl to make you smile
But don't worry be happy
Cause when you worry
Your face will frown
And that will bring everybody down
So don't worry, be happy (now).....
There is this little song I wrote
I hope you learn it note for note
Like good little children
Don't worry, be happy
Listen to what I say
In your life expect some trouble
But when you worry
You make it double
Don't worry, be happy......
Don't worry don't do it, be happy
Put a smile on your face
Don't bring everybody down like this
Don't worry, it will soon past
Whatever it is
Don't worry, be happy
Bob McFerrin
quarta-feira, 23 de abril de 2008
terça-feira, 22 de abril de 2008
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Hoje é sexta feira
Ei! EI! - Gritava ele do alto do andaime.
Colegas do copo! Colegas do copo caralho!!
Hoje é sexta feira, dia de encher a cara. De estragar a cara. De amarrotar a face!
Não fiquem distraídos caralho! - gritava ele do alto do andaime, às dez horas da manhã, um trabalhador da construção civil.
Colegas do copo! Colegas do copo caralho!!
Hoje é sexta feira, dia de encher a cara. De estragar a cara. De amarrotar a face!
Não fiquem distraídos caralho! - gritava ele do alto do andaime, às dez horas da manhã, um trabalhador da construção civil.
quinta-feira, 17 de abril de 2008
pureza de Jogoya

alto, flexivel mas inquebravel. Inquebrantável, esta palavra existe? o que quer dizer ao certo? Não sei mas sinto que a quero usar aqui... Pronto está feito.Dizia eu que são altos, verdes e flexiveis. Têm espaço entre si e dançam com o vento. Parecem canas de açucar mas mais grossas...Aqui há apenas vento. É um vento de primavera. não é brisa. As canas cantam enquanto dançam e entralaçam-se umas nas noutras mas sem contacto... não axas bonito? O dia é claro e as cores aqui têm mais luz. Parece que consigo ver melhor.Estou suspenso: por baixo o mesmo que em cima e dos lados. Nada! apenas isto...Estranho... não caio e consigo andar sobre o ar....Sinto vontade de sorrir pois os unicos sons que oiço são os do vento e das canas cantantes... não me sinto só aqui. As canas cantam pra mim e o vento que me sustenta, fa-lo por simpatia....Que saudades de Jogoya! Jogoya é um estado de alma que defino como saciante, embriagador, puro, limpo, claro, perfumado ao de leve e exotico. Só eu sei onde encontrar Jogoya, onde ouvi-la e senti-la...Devo estar de regresso em breve com noticias do Japão. O outro disse-me que na selva não se bebe fino mas ele brinda fezadas com vinho.No Japão n se bebe vinho. Só agua ou sakê.
sine die
Brincar neste Mundo de plasticina e quebrar a cabeça com jogos para adultos, tentando separar as diferenças das iguldades; tentando arrumar os factos por cores e ser justo.
Justitia: dar a cada um o que lhe pertence!
O que é que nos pertence?Aquilo que merecemos? aquilo que queremos? aquilo que temos? aquilo que somos?
Esta certa ideia de Justiça que os filósofos defendem.... Esta corrente de pensamento sobre a Justiça.
A questão não é a da Justiça. A Justiça é um valor, concordo!
Brincar com o Mundo como se ele fosse um cubo de Rubik. Acho que a humanidade leva a vida com o objectivo do cubo de rubik: unir o que é igual e separar o que é diferente....
quarta-feira, 16 de abril de 2008
terça-feira, 15 de abril de 2008
porra...
porra que por vezes sinto um vazio na alma...
porra que muitas vezes tenho de segurar o jorro lacrimal...
porra que esta dor não vai...
porra porque a tua ausência dói...
porra por não ter estado presente...
porra por ter sentido o que senti todo este tempo...
porra porque tendo visto custa aceitar...
porra para esta saudade...
porra para este desespero...
porra para esta dor que dói deste jeito inexpressável...
porra para toda esta porra!
porra para mim por não aceitar...
porra para o facto da existência do facto...
porra por não ter dito mais...
porra por não ter dado mais...
porra porque não te dei mais?
porra para a imagem que me confunde...
porra para a teimosia que me persegue...
porra para toda esta porra!
porra por não ter ainda encontrado paz...
porra por nã ter ainda encontrado consolo...
porra por não saber dar paz e consolo...
porra pela imagem que ficou...
porra pela trisiteza...
porra!
Amiga, simplesmente PORRA!!!!!!!
. . . - - - . . .
porra que muitas vezes tenho de segurar o jorro lacrimal...
porra que esta dor não vai...
porra porque a tua ausência dói...
porra por não ter estado presente...
porra por ter sentido o que senti todo este tempo...
porra porque tendo visto custa aceitar...
porra para esta saudade...
porra para este desespero...
porra para esta dor que dói deste jeito inexpressável...
porra para toda esta porra!
porra para mim por não aceitar...
porra para o facto da existência do facto...
porra por não ter dito mais...
porra por não ter dado mais...
porra porque não te dei mais?
porra para a imagem que me confunde...
porra para a teimosia que me persegue...
porra para toda esta porra!
porra por não ter ainda encontrado paz...
porra por nã ter ainda encontrado consolo...
porra por não saber dar paz e consolo...
porra pela imagem que ficou...
porra pela trisiteza...
porra!
Amiga, simplesmente PORRA!!!!!!!
. . . - - - . . .
Cazuza, o tempo não pára
Disparo contra o sol
Sou forte, sou por acaso
Minha metralhadora cheia de mágoas
Eu sou o cara
Cansado de correr
Na direção contrária
Sem pódio de chegada ou beijo de namorada
Eu sou mais um cara
Mas se você achar
Que eu tô derrotado
Saiba que ainda estão rolando os dados
Porque o tempo, o tempo não pára
Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta
A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára
Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára
Eu não tenho data pra comemorar
Às vezes os meus dias são de par em par
Procurando agulha no palheiro
Nas noites de frio é melhor nem nascer
Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer
E assim nos tornamos brasileiros
Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro
Pois assim se ganha mais dinheiro
A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára
Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára
Sou forte, sou por acaso
Minha metralhadora cheia de mágoas
Eu sou o cara
Cansado de correr
Na direção contrária
Sem pódio de chegada ou beijo de namorada
Eu sou mais um cara
Mas se você achar
Que eu tô derrotado
Saiba que ainda estão rolando os dados
Porque o tempo, o tempo não pára
Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta
A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára
Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára
Eu não tenho data pra comemorar
Às vezes os meus dias são de par em par
Procurando agulha no palheiro
Nas noites de frio é melhor nem nascer
Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer
E assim nos tornamos brasileiros
Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro
Pois assim se ganha mais dinheiro
A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára
Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Rossana Andrade "Ró"

I’m lost without u
Can’t help myself
How does it feel
To know that I miss u baby
Tell me how not 2 miss you more
And how u think we'll deal with this
We don’t want nobody else
We don’t want to miss u
How we gonna lead our lives without missing you baby
You don't know how much we miss you
Can’t help myself
How does it feel
To know that I miss u baby
Tell me how not 2 miss you more
And how u think we'll deal with this
We don’t want nobody else
We don’t want to miss u
How we gonna lead our lives without missing you baby
You don't know how much we miss you
And how good u make us feel baby.
Oh how we wanna be with u
And how we wanna hold you
How we wanna stay warm and get out of the cold with u
I just love 2 hear u laug baby
I just love 2 hear u laug baby
It makes everyone feel good.
Oh how we depend on u we need to hear it
I’m lost without u
Can’t help myself
How does it feel
To know that we miss u baby
We're lost without u
Can’t help ourselfs
How does it feel
To know that we love u baby
Tell us u don’t want me to stop missing u
Tell us, how could you break our heart this way
We, re lost without u
Can’t help ourselfs
How does it feel
I’m lost without u
Can’t help myself
How does it feel
To know that we love u baby
Robin Thicke, adaptado para ti querida amiga...
Oh how we depend on u we need to hear it
I’m lost without u
Can’t help myself
How does it feel
To know that we miss u baby
We're lost without u
Can’t help ourselfs
How does it feel
To know that we love u baby
Tell us u don’t want me to stop missing u
Tell us, how could you break our heart this way
We, re lost without u
Can’t help ourselfs
How does it feel
I’m lost without u
Can’t help myself
How does it feel
To know that we love u baby
Robin Thicke, adaptado para ti querida amiga...
terça-feira, 1 de abril de 2008
Corrido sobre a tesão (I)
Palavras são soltas e agrupam-se em torno das ideias, das vontades, dos desejos e da criação.
Escolho-as, as minhas palavras soltas:
Tesão, sexo, afago, calor, cor, moreno, morena, cabelo, óleos, incenso, escuro, suave, toque, dedos, suor, suspiro, respiração, olhos, olhar, penetrante, cama, uhm, gemidos, corpo, quente, contorção, sedução, sensualidade, linhas, penas, plumas, penumbra, jogos, proibido, cheiro, eu, tu, nós, nosso, falo, palavras, desejo, ofegante, sentir, viver, possuir, vagina, fechados, semi cerrados, boca, entreabertos, saber, esquecer, momentâneo, agora, prazer, identidade, loucura, fazer, criar, arte, vinho, mesa, chão, cama, vermelho, branco, sol, bronzeado, bronzeada, deuses, divino, imagem, fotografia, saliva, aquilo, o coiso, a coisa, lamber, chupar, beijar, gozar, vir...
E algumas ideias também...
A Ideia da tesão.
A ideia do sexo,
A Ideia do abraço,
A ideia de morder lábios,
A ideia de gozar,
A ideia de dilatar narinas,
A ideia de vibrar,
A ideia de gemer,
A ideia de gostar,
A ideia de dançar,
A ideia de fazer amor devagar,
A ideia de fazer amor com força.
A Ideia de nos virmos.
Enfim a ideia de retratar este momento contigo...
Escolho-as, as minhas palavras soltas:
Tesão, sexo, afago, calor, cor, moreno, morena, cabelo, óleos, incenso, escuro, suave, toque, dedos, suor, suspiro, respiração, olhos, olhar, penetrante, cama, uhm, gemidos, corpo, quente, contorção, sedução, sensualidade, linhas, penas, plumas, penumbra, jogos, proibido, cheiro, eu, tu, nós, nosso, falo, palavras, desejo, ofegante, sentir, viver, possuir, vagina, fechados, semi cerrados, boca, entreabertos, saber, esquecer, momentâneo, agora, prazer, identidade, loucura, fazer, criar, arte, vinho, mesa, chão, cama, vermelho, branco, sol, bronzeado, bronzeada, deuses, divino, imagem, fotografia, saliva, aquilo, o coiso, a coisa, lamber, chupar, beijar, gozar, vir...
E algumas ideias também...
A Ideia da tesão.
A ideia do sexo,
A Ideia do abraço,
A ideia de morder lábios,
A ideia de gozar,
A ideia de dilatar narinas,
A ideia de vibrar,
A ideia de gemer,
A ideia de gostar,
A ideia de dançar,
A ideia de fazer amor devagar,
A ideia de fazer amor com força.
A Ideia de nos virmos.
Enfim a ideia de retratar este momento contigo...
Boa Sorte / Good Luck
É só isso Não tem mais jeito Acabou, Boa sorte Não tenho o que dizer São só palavras E o que eu sinto não mudará Tudo o que quer me dar É demais, é pesado Não há paz Tudo o que quer de mim Irreais Expectativas desleais That's it There is no way It's over Good luck I have nothing left to say It's only words And what l feel Won't change Tudo o que quer me dar (Everything you want to give me) É demais (It too much) É pesado (It's too heavy) Não há paz (There's no peace)Tudo o que quer de mim (All you want from me) Irreais (Isn´t real) Expectativas (Expectations)Desleais
Mesmo, se segure Quero que se cure Dessa pessoa que o aconselha Há um desencontro Veja por esse ponto Há tantas pessoas especiais Now even if you hold yourself I want you to get cured From this person Who advises you There is a disconnection See through this point of view There are so many special people in the world So many special people in the world... in the world All you want all you want Now we're falling (falling), falling (falling) into the night (into the night), Falling (falling), falling (falling) into the night (bom encontro é de dois), Now we're falling (falling), falling (falling) into the night (into the night), Falling (falling), falling (falling) into the night.
Vanessa da Mata & Ben Harper
Mesmo, se segure Quero que se cure Dessa pessoa que o aconselha Há um desencontro Veja por esse ponto Há tantas pessoas especiais Now even if you hold yourself I want you to get cured From this person Who advises you There is a disconnection See through this point of view There are so many special people in the world So many special people in the world... in the world All you want all you want Now we're falling (falling), falling (falling) into the night (into the night), Falling (falling), falling (falling) into the night (bom encontro é de dois), Now we're falling (falling), falling (falling) into the night (into the night), Falling (falling), falling (falling) into the night.
Vanessa da Mata & Ben Harper
sábado, 29 de março de 2008
sexta-feira, 28 de março de 2008
Primeira Edição
Bom, na verdade este é o meu segundo blog. Esta é uma notícia segunda em primeira mão. Não me perguntem o que isso significa porque acho que nem eu sei.
O que me levou a fazer este segundo blog? Antes disso vou responder à pergunta: Porque abandonaste o teu primeiro blog.
O meu primeiro blog era na verdade um blog super ineteressante cheio de coisas pertinentes e oportunas. Simplesmente acabei por me desinteressar por ele. O Marco contribuiu uma beca para isso porque ele fez um blog que abordava as mesmas quetões que eu.
A diferença é que eu abordava essas questões com violência ao passo que o Marco o fazia, faz espero, com "jogo de cintura." Eu dizia mesmo as merdas assim, nuas e cruas, criticava e condenava. IN YOUR FACE!!!
Porque é que perdi o interesse? Não por causa do blog do Marco, até porque visitava-o muitas vezes, mas porque visitei-o demasidas vezes e contribui com algumas cenas. Porque comecei a gostar do blog do Marco e dexei de gostar da violência do meu.
Talvez toda aquela violência fosse fruto de alguma frustração ou não! Talvez fosse apenas o meu sentido de Justiça a falar mais alto.
Digo-vos uma coisa: é mais fácil seguir a multidão do que trilhar novos caminhos. E para se trilhar novos caminho é preciso ter-se muita força.
Acho que agora tenho essa força! :) Como disse a Luisa: SA FODA!!!!
Izata//!
Descobri que afinal não preciso de ser violento, basta ser firme. Mas como saber onde termina a firmeza e inicia a violência? Como se define esta fronteira?
O que me levou a fazer este segundo blog? Bom isso é que já não posso contar. Não tenho essa liberdade. Ter tenho mas não quero falar. Os meus motivos.... enfim, esquece lá isso!
Foi inspiração súbita!
O que me levou a fazer este segundo blog? Antes disso vou responder à pergunta: Porque abandonaste o teu primeiro blog.
O meu primeiro blog era na verdade um blog super ineteressante cheio de coisas pertinentes e oportunas. Simplesmente acabei por me desinteressar por ele. O Marco contribuiu uma beca para isso porque ele fez um blog que abordava as mesmas quetões que eu.
A diferença é que eu abordava essas questões com violência ao passo que o Marco o fazia, faz espero, com "jogo de cintura." Eu dizia mesmo as merdas assim, nuas e cruas, criticava e condenava. IN YOUR FACE!!!
Porque é que perdi o interesse? Não por causa do blog do Marco, até porque visitava-o muitas vezes, mas porque visitei-o demasidas vezes e contribui com algumas cenas. Porque comecei a gostar do blog do Marco e dexei de gostar da violência do meu.
Talvez toda aquela violência fosse fruto de alguma frustração ou não! Talvez fosse apenas o meu sentido de Justiça a falar mais alto.
Digo-vos uma coisa: é mais fácil seguir a multidão do que trilhar novos caminhos. E para se trilhar novos caminho é preciso ter-se muita força.
Acho que agora tenho essa força! :) Como disse a Luisa: SA FODA!!!!
Izata//!
Descobri que afinal não preciso de ser violento, basta ser firme. Mas como saber onde termina a firmeza e inicia a violência? Como se define esta fronteira?
O que me levou a fazer este segundo blog? Bom isso é que já não posso contar. Não tenho essa liberdade. Ter tenho mas não quero falar. Os meus motivos.... enfim, esquece lá isso!
Foi inspiração súbita!
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