sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Guerra dos sexos

Criou-se o Dia Internacinal da Mulher, criou-se o Dia do Pai, criou-se o Dia da Mãe.
Agora os angolanos criaram o dia do homem. Sexta feira, em Angola, é dia do homem.
Hoje é sexta feira. Hoje é o dia do homem e ninguém tem problemas em dizê-lo, nem em vivê-lo.
O que acontece no dia do homem permanece entre os homens.
As mulheres dizem que o dia da mulher é todos os dias. Pode atê ser mas os homens só reclama a sexta feira. Mas e porquê a sexta feira? Vejamos a minha interpretação:

Sábado, dia de almoçar com a família (e da mulher)
Domingo, dia da familia (e da amulher)
Segunda, dia de trabalho (e da mulher)
Terça, dia de jogo (e da mulher)
Quarta, dia de trabalho (e da mulher)
Quinta dia de preparãção para o fds (e da mulher)
Sexta, dia do homem ( e apenas do homem!)

Hoje é sexta feira, dia do homem em Angola.

silêncio

A blogosfera anda silenciosa. Temo que os blogonautas andem a tramar alguma. Alguns sei no que andam metidos mas outros não. Isso preocupa-me.
Entretanto decidi que depois de acabar de ler o livro que estou a ler vou ler um livro sobre os direitos humanos. Acho que depois de ler esse livro sobre os direitos humanos vou ler a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Acho que isto é mais importante do que ler sobre a vida do Obama. Pelo menos para já porque o Obama inspira mas os direitos humanos aspiram ainda.

a coisa está feia

Em muitos aspectos eu tenho razão. Isto só aconteceu porque a gerência não está organizada e não se sabe organizar. Tem uma pressa desgraçada de querer fazer tudo para ontem mas sem dar condições de trabalho, sem garantir, porque não pode garantir certas coisas por natureza, que os prazos sejam respeitados e que tudo corra da melhor maneira.
Agora temos um problema de meio milhar e não se sabe bem como resolver. Detesto quando as coisas são mal preparadas. eu gosto de trabaçhar com organização e calma. Só me permito trabalhar sobre pressão quando sei que vou conseguir lidar com essa pressão.
Além de mais há um problema maior na minha opinião. É o problema da existência de iure da coisa. Meus amigos, basta abrir o livro e ler. It's by the book. não há como errar. O que posso dizer: uns sabem mais que outros....
Eu já me decidi. O tempo será o meu juiz e sei que vou ser absolvido.

Não te preocupes porque vou levar te comigo minha irmã, vou levar-te comigo.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Plano de ataque

O meu plano de ataque é não haver ataque.
Não pode haver ataque por motívos óbvios.
O meu plano é apenas olhar...
A proposta é retirada da mesa para minha grande perda. Quem sabe um dia no futuro, com menos compromissos... Quem sabe um dia no futuro, com outra roupa...
Pronto, assim já não há faltas de respeito.
É mais uma coisa que fica selada no cofre dos desejos.
Qualquer coisa diz-me que um dia esse desejo ganha vida.
Quem sabe um dia...

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

refogado sobre o preço do sexo

Ele disse que foi apanhado com o rabo colado ao vidro do carro.


Disse ainda que sentiu o cacetete do policia bater no vidro, exactamente no local do olho...


Disse depois que nunca tinha sentido tamanho arrepio. Caiu-lhe tudo! Perdeu a tesão instantaneamente.


Atrapalhado nem se consegui vestir. (mas quem foi que disse que para transar no carro tnes de tirar a roupa toda? Disseram -me que se quisesse transar no carro deveria ir de saia.)


Já viste o que seria seres apanhado a transar no carro e teres uma saia? Por outro lado acho que seria difícil de explicar porque motivo estarias a sair de casa de saia.


Sim, confirmei: sexo é caro pra caralho!


Mesmo sem pagar a profissional do sexo, ele sai caro. Pensão, motel, hotel, o mínimo de conforto sai caro.


A SM disse que pode até custar a dignidade da pessoa.


É verdade, acho que quando o TP foi apanhado pela polícia com o rabo colado ao vidro do carro perdeu a dignidade no instante em que o policia bateu com o cacetete no vidro, por cima do olho...



Sexo sai caro pra caralho.


o preço certo

sexo é caro pra caralho!
Imaginem quanto pode custar uma noite de sexo pago em Lisboa.
Garrafa de champanhe no "club" - 250 € sim porque as gajas têm a mania que só bebem champanhe.
Pensão (que ela recomenda) - 100 €
A Gaja, chamemos-lhe a "profissional do sexo" - 250 €
Taxi (sim porque a bitch não pode andar à pé) - 30 €
A gaja exigir-te um minete: priceless (podes apanhar cenas complicadas na boca)

E Lisboa meus amigos nem das cidades mais caras... agora imaginem pagar por sexo em Paris Londres ou New York.

O preço certo para ter sexo deve ser este:
Gaja: for free. - não deve ser uma profissa do sexo.
Hotel: pode ser o chão da sala ou o banco de trás do carro (é arriscado confesso)
Bebida: jeka!
Taxi: o teu carro. Na falta de carro próprio pede um carro emprestado. (não te esqueças de limpar o banco depois dos "assuntos")
Gaja exigir-te um minete: aplica o príncipio da recipricidde nas relações. If u give it to me, I give it to you.

O MP disse-me: primo P eu não pago para usufruir algo que Deus pôs no mundo p eu usar de borla.

o que acontece quando o bite spine fecha

Ontem o bite spine não abriu não sei porquê. Mas sei que isso causou um transtorno estúpido. Imaginem que por causa disso eu só consegui almoçar as duas e meia!!!

Fui almoçar a um italiano que detesto e talvez por isso tenha sido novamente mal atendido.

Eu não sei mas só pode ser uma conspiração. Paguei quase 50Usd para almoçar e fui mal atendido.

Tá bem quero prato era de marico mas pelo amor de Deus uma lagosta não custa isso tudo.

Bebi uma Coca Cola e um Chá. Ponto.

50 USD!!!??? Mas que porra é esta?

Se ao meno a comida tivesse alguma coisa de especial.. é que nem isso!

Nota mental: não voltar àquele restaurante italiano. Comer antes uma sandes com óleo de chouriço.

Por favor não voltem a fechar o bite spine sem aviso prévio.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

busy

busy busy busy bee.
busy busy busy bee.
busy busy busy bee.
tou busy.
...busy...
busy...

aprendi...

a fazer intriga.
Confesso que soube bem.
Foi por uma causa nobre.
Voltarei a fazê-lo se for preciso.

एम् लिंगुआ एस्त्रन्गेइर

देस्कोन्हेको से अ पर्तिर दस्ते मोमेंटो तेरी पोर्नोग्रफिया अकुई। पोर इस्सो देसिदी तोमर मेदिदास प्रेवेंतिवास ऐ कोलोकार उम् अविसो दे कोन्तयूदो अदुल्तो नो ब्लॉग।
से फॉर इन्कापाज़ दे लेर ओ कुए अकुई एस्क्रेवो, तल्वेज़ सजा देविदो औ फसतो दे एस्टर एस्क्रितो नुमा लिंगुआ एस्त्रन्गेइर।
अ तोडोस ओस कुए फोरम कापजेस दे लेर, ओस मुस परबेंस।

ओ औटर दो ब्लॉग.

Morte de um poeta

Silêncio!

Morreu um poeta no morro
Num velho barraco sem forro
Tem cheiro do choro no ar

Mas choro que tem bandolim e viola
Pois ele falou lá na escola
Que o samba não pode parar

Por isso meu povo no seu desalento
Começa a cantar samba lento
Que é jeito da gente rezar

E dizer que a dor doeu
Que o poeta adormeceu
Como um passaro cantou

Quando vem no entardecer
Acho que nem é morrer

Silêncio

Mais um cavaquinho vadio
Ficou sem acordes, vazio
Deixado num canto de um bar

Mas dizem poeta que morre é semente
De samba que vem de repente
E nasce se a gente cantar

E dizer que a dor doeu
Que o poeta adormeceu
Como um passaro cantou

Quando vem no entardecer
Acho que nem é morrer

(Totonho, Paulinho Rezende)

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

aquela cena

Gajas comprometidas, casadas, numa relação, divorciadas, solteiras, viúvas, digo-te depois ou que simplesmente não respondem "postam" fotografias delas no Hi5.

Diga-se em nome da verdade, gajas BOAS PRA CARALHO, com as quais a maior parte dos homens apenas podem fantasiar.

Gajas que exibem fotografias altamente provocantes, insinuantes, estimulantes, enfim entesantes.

Gajas que ostentam, num desfile estático, todas as curvas e todos os pormenores de todo o seu arsenal e potencial de bélico.

Gajas de todas as nacionalidades, raças, etnias e orientações sexuais.

Gajas que matam de inveja até as melhores amigas delas.

Essas mesmas gajas, nesse mesmo gesto, nesse mesmo HI5, que a par do corpo, coleccionam os comentários mais ordinários e reles do maior dos putanheiros.

Ser boa e exibir-me é uma coisa. E acho que é uma coisa boa até. Mas aceitar comentários porcos e exibi-los!??!!?

Pergunto-me: o que vai na cabeça dessas gajas?

Confesso: gosto de ver gajas boas!

Mas pergunto-me: O QUE VAI NA CABEÇA DESSAS GAJAS?

Será um clássico caso de auto-ódio?

Por mim filhas, podem continuar a postar essas pics no HI5, como disse gosto ver e sai mais barato que comprar revista.

Recado para essas gajas: ao menos as meninas das revistas são pagas....pensem nisso.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Comentando

Eles brinacavam de várias coisas. Um dia brincaram de acabar e acabaram discutindo de verdade. Ela disse que não era aquilo que ela queria: ter um namorado à sério. Agora era tarde porque ele já estava apaixonado por ela.

Estavam juntos há tanto tempo e nunca tinham feito amor. Ela confessou que no primeiro dia que se beijaram ela queria fazer amor com ele mas não o fez porque ele dava-lhe muito em que pensar.

Acho que ele não gostou de saber isso porque ele pensava em sexo vinte e quatro horas por dia. Pelo menos foi isso que ele disse. Ele queria fodê-la. Pera não foi isso que ele disse, ele disse: quero fazer sexo contigo.

Ele, na minha opinião, estava estratégicamente sem camisa. Ele, na minha opinião, queria mais que tudo fodê-la mas o máximo que conseguiu nesse dia foi um broche. Acho que apesar de ter gostado do broche ele não achou muita piada porque o que ele queria mesmo era fodê-la. Eu contentava-me com um broche. Eu adoro broches.

Os dias passaram-se e eles continuavam naquela: sem sexo. Não percebo porquê porque ambos queriam. Havia qualquer coisa nela que não permitia. Ela queria mas continha-se. Não percebi porquê. Ele era americano e ela mexicana. Eram ambos turistas, eternamente turistas.

Acho que foi numa pequena cidade mexicana a primeira vez que fizeram sexo. Estavam deitados numa cama velha, de um quarto velho de uma velha e pobre pensão. A cidade era poeirenta e quente. Sobre eles caia um mosquiteiro velho e gasto cuja cor começara já mudar para tons pastel.

O quarto estava quente e ambos estavam nus e transpirados. Até eu de longe senti no ar o cheiro da tesão deles. Que foda deve ter sido aquela. Depois de tanta repressão finalmente eles fizeram-no.

Antes da foda brincaram de marido e mulher ciganos. Acho que se tinham casado num cerimónia no quarto em que só estavam os dois. Ou terá aquela sido a lua de mel? Não interessa. Adiante!

-Posso tirar-te o véu?
-Só de fores meigo. Assim não!
-O que foi!?
-Foste bruto.
-Ai foste bruto.
-Detesto quando és assim?
-Assim como?
-Cínico e sarcástico!
-Cínico e sarcástico eu!? Eu sou sincero!
-Eu sou sincera.

E depois beijaram-se apaixonadamente e foram para a cama. Até dava para sentir o cheiro de tesão no ar, mesmo à distância...

E começaram...

Tens protecção?- perguntou ela?
Não.- respondeu ele.
Não pares.- disse ela

Pareciam turistas, fizeram-no o dia todo até doer. Não sairam do quarto, ele já nem queria tomar banho ou lavar-se. Disse ainda que as vezes tinha dúvidas se ela estava a beija-lo ou tocá-lo porque todo o corpo dela estava molhado e coberto de calor.

Ele disse ainda que o cheiro de sexo era tão e forte que por isso mesmo ele já não queria tomar banho. Depois curtiram o pôr do sol. Tinham saido do quarto para comprar água engarrafada. No México não se pode beber água. Essa podes porque é engarrafada.

Não sei bem como tudo acabou mas sei que perto do fim eles continuavam turistas, a fumar charros e beber cerveja e sumo e a foder todo o dia. Um dia ele saiu de casa inseguro. Ela percebeu e foi ter com ele à porta dizendo-lhe: amo-te.

Eles desceu as escadas tão feliz que nem sequer procurou um sítio para comprar cerveja. Acho que era domingo e por isso não havia muitos sítios abertos. Ele correu o mais que pôde. Não se preocupou mais com a cerveja ou o sumo. Correu apenas.

Correu pela cidade e encontrou um grupo de estranhos sentados numa esplanada a quem pagou
uma rodada. Ele estava feliz. Ela também. Acho que viveram felizes para sempre.

Ele e ela, no estado mais quente.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

desejo apocaliptico

Gostava de estar lá no fim do mundo.

Ver o fogo de artificio galactico e sentir na pele o calor, as radiações e os ventos cósmicos.

Ver as estrelas implodirem, as anãs brancas, os buracos negros e sentir a força gravitacional de outros objectos.

Sentir no interior de mim as ondas de choque atómicas e sentir-me ser despedaçado até simplesmente deixar de exitir, até ao nível sub atómico.

Gostava de ver no céu as cores e ouvir os trovões.

Ver os meteoritos virem contra o nosso planeta e arrasarem-no.

Testemunhar o canibalismo cósmico e sentir depois de todas estas explosões o enfurecimento da Terra.

Vê-la desfigurada a atacar outro planeta em seu caminho, colidir com um qualquer corpo galactico.

Poderímos por exemplo trespassar a grande velocidade aquele planeta feito de gases e voltar em grande fúria para colidir com Marte.

Eu gostava de estar lá no fim do mundo. Gostava de estar lá para ver também o nascimento do novo mundo.

E se a ciência estiver enganada? E se o Universo for mais do que aquilo que pensamos que é? E se o universo não tiver nem princípio nem fim? E se aquilo que consideramos ser o Alfa do Universo for apenas uma das milhentas explosões que ocorrem no Universo? E se o universo for na verdade a única coisa que sempre exitiu e sempre existirá, repartido em dimensões espaço-temporais? E se não existirem universos paralelos?

Estamos cegos. Mais tempo passar-se-a até que saibamos a verdade absoluta. Talvez nem haja tempo porque o nosso mundo pode acabar daqui a muitos milhões de anos, ou daqui a poucos anos com uma guerra nuclear...

Queria estar lá para ver o fim do mundo, se o fim do mundo fosse cósmico.

Queria estar lá para ver o fim do mundo, se tivesse vivido uma vida plena e rica.

Queria estar lá para ver o fim do mundo, se o guardião da história da humanidade eu fosse.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

4d (I)

Em teoria é possível viajar pelo tempo.


Para isso basta que o observador se desloque a velocidade da luz para poder observar os eventos futuros.


O perigo de viajar pelo tempo, para o futuro com recurso à velocidade, é que nunca poderíamos voltar para o presente que entretanto seria já passado para o viajante, e contar o que vimos.


Quanto à mim isto aconteceria porque o observador deslocou-se a uma velocidade muito superior à dos acontecimentos no tempo em que estava. Assim ao observador apenas restaria esperar que o tempo em que ele se encontrava antes da viagem o alcançasse. Tenho dúvidas que isso acontecesse porque o tempo em que ele estava antes da viagem deslocar-se-ia sempre à mesma velocidade, ou seja, sempre a uma velocidade inferior à quela a que o observador se deslocou.

Viajar pelo tempo implica perceber o tempo. O que é o tempo? O tempo é a nossa quarta dimensão. Na verdade nós não vivemos num mundo 3d. Vivemos num mundo 4d! (grande revelação esta neh?)

A quarta dimensão é chamada pelos cientistas de "espaço-tempo".


Na prática e ao nível da tecnologia actual é impossível viajar pelo tempo através da velocidade porque a massa do corpo aumenta à medida que aumenta a velocidade que se desloca. Assim, para que o corpo possa atingir a velocidade necessária para viajar pelo tempo, velocidade da luz, seria preciso aumentar a energia necessária para fazer o corpo deslocar-se uma vez que a sua massa ia amuentar à medida que se aumentava a velocidade de deslocação.

Entraríamos num cliclo interminável de aumento de energia para fazer o corpo deslocar-se por causa do amento da massa do corpo. Não somos capazes de gerar energia suficiente paar fazer um corpo deslocar-se à velocidade da luz, salvo se se tratar de partículas sub atómocas.


A outra forma de viajar pelo tempo é através da gravidade.

Esta forma de viajar pelo tempo ainda e muito complexa para eu aperceber, quanto maisp ara explica-la.

Quando conseguir percebê-la melhor eu explico.