Ela é caricoa. Desligada do mundo e da vida. Ela sobrevoa as cenas banais como se simplesmnete não estivessemlá. Ela tudo tranforma porque nada se pode perder. Faz arte com as mão, com boca, com a alma... Tudo é arte. E ela é tão meiga, tão querida e adocicada....
Eu, sou assim, como me defino mas sem as limitações dá definição. Sou como sou. Assim, deste jeito meio indefinido.
Ela, de dreadlocks e olhos profundos. Há qualquer coisa nos lhos dela. tenho de descobrir o que é.
Leve, suada, desnuda, tesa. Mulher africana, mulher moderna.
Eu, cinzento e metálico. Há qualquer coisa dark em mim que me puxa para as profundezas.
Amedrontado, suado, frio e apaixonado. Homem moderno, homem cosmopolitano.
Ela é assim, tal como eu sou como ela é. Nós somos dois. ela é um e eu outro.
O que podemos esperar? Nada provavelmente senão esta vontade de matar. Esta vontade de matar esta curiosidade.
De ir além fronteiras buscar novos ritmos, novas formas, novas cores e novos sabores.
Partilhar a textura de Joghoya.
Ela e eu.
Ela de dreadlocks e eu de cabelo curto.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
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