Sinto que nada é capaz de descrever como me senti naquela noite. Foi uma explosão de felicidade estar ali molhado à chuva, com frio, a beber, a ouvir música, a dançar, a rir, a curtir, a sentir a vibe.
Foi demais! Corpos molhados, bebidas fresacas à chuva, dinheiro molhado, cumplicidade indiscreta, as dicas que foram dadas, a cenas que foram feitas....
Que noite foi aquela? De onde veio aquele espírito? Tenho pena de uma ou duas pessoas mais não terem estado presentes. O que é que é isso???
As pessoas abraçavam-se, pagavam-se, riam, bebiam e fumavam. As pessaos dançavam enquanto as colunas despejavam aquela quantidade massiva de megawatts de house music.
A música falava-me directamente para a alma aquecida pela chuva fria. As gotas de chuva desfaziam-se ao entarem no campo de som que cercava as colunas.
Dali os mais sentatos foram para a casa e os teimosos foram molhados, para o Dom Q.
Entramos molhados, pagamos em notas molhadas e com sorrisos largos na boca: estavamos visivelmente felizes.
Ninguem percebi o que se estava a passar obviamente mas nós não estávamos importados. Eramos um grupo pequeno, uma espécie de tropa de elite que fez a multidão voltar as caras.
-Tas todo molhado que se passa? ta a chover lá fora? O que que se passa?
Nós apenas sorriamos e diziamos: ya, olha é isso mesmo. tá a chover lá fora.
Eles não faziam a mínima ideia ...
A noite foi assim: para não esquecer.
E portamos-nos tão bem que dali fomos relaxar para um hotel perto, comer algo e naturalmente rir mais um pouco.
-Estão de parabens. A noite foi boa. Agora vamos para aquela "maldita" cidade para ver o que se nos oferece.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
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