Tem calma. Vá, bebe um copo de água. Agora respira fundo e deixa te levar pelo som da minha voz.
...na casa de chão branco e tectos de vidro, estás sentada de pernas cruzadas, relaxada. Acabaste de sair do banho e ainda tens o cabelo húmido. Trazes no corpo um conjunto de algodão branco e macio que te acaricia a pele. Quase que nem te sentes vestida....
O chão, as paredes... tudo branco. No meio deste Salão, sentada com a Grande Janela Viva à tua direita. Não precisas de virar a cabeça para saber que lá existe vida, vês a Serra e o verde limão com que o poeta pinta os olhos do coração.
Ouves apenas a tua voz a falar contigo. Sabes que neste refúgio nada te alcançará. Sabes que neste refúgio podes ficar o tempo que precisares, sem nunca sentir frio, fome, medo, raiva, insegurança... Sabes que aqui, nesta Casa há paz. Aqui o tempo pára só para ti. Permitindo-te analisar tudo.
Aqui enches as tuas veias de OM. Aqui respiras cores e inalas pensamentos bons. Aqui sentes te viva! Sentes o sangue correr te na veias, o ar encher-te os pulmões...
A verde textura de bambu... este toque próprio dos sentimentos... esta vontade de vida. Todas esats cores que te envolvem...
Passa por ti e limpa-te, purifica-te. Estás com Jogoya agora. Estás em segurança e sentes te forte. És guerreira. Sabe bem sê-lo não? Guerreira da Luz.
...nesta casa feita de vidro e branco, com cores respiráveis, e sons mudos. Esta casa feita para ti, onde à volta há canas bambus dançantes, tocantes.
Tem calma, bebe um copo de água. Agora respira fundo e deixa te levar pelo som da minha voz...
Se tens pouco tempo para falar. Fala assim e pronto.
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